Os usuários do iPhone 3G S, lançado há duas semanas, querem duas coisas: usar o aparelho em qualquer operadora e rodar qualquer aplicativo nele, não apenas os aprovados pela Apple. O primeiro desejo foi atendido com o software ultrasn0w semana passada. Agora, o segundo pode ser também saciado. Detalhe: seu criador tem apenas 19 anos.
George Hotz, ou GeoHot, como é conhecido, trabalha para o Google em seus escritórios de Nova Jersey. Seu hack, batizado de Purple Ra1n, permite o jailbreaking de aplicativos, antes impossível no iPhone 3G S, embora seja “carne de vaca” nos modelos anteriores. Com isso, qualquer app pode ser instalado no iPhone, mesmo os que foram reprovados pela censura da Apple e não estão disponíveis na App Store.
Segundo o site NewsFactor, Holtz participou, quando tinha 16 anos, da equipe que destravou a primeira geração do iPhone, que na época permitia usar o aparelho em qualquer operadora (nos Estados Unidos, o iPhone era exclusivo da AT&T). Essa experiência foi importante, de acordo com o próprio Hotz, para a criação do Purple Ra1n.
O blog de Hotz, On The iPhone (iphonejtag.blogspot.com), comemora o feito com um trocadilho do nome do jailbreak (I make it ra1n, ou “eu faço ch0v3r”). O desenvolvedor resolveu lançar o desbloqueio já, em vez de esperar a Apple lançar o OS 3.1, que era o plano inicial do iPhone Dev Team.
“Caras, pra que esperar? Não é assim que jogamos esse jogo. A gente quebra, a Apple conserta, a gente acha novas falhas. Não precisamos esperar como se esse fosse o último ‘buraco’ (falha) no iPhone. Que ultimo buraco? Isso aqui não é golfe!”, alfineta.
No blog de Hotz estão todas as recomendações e instruções para fazer o jailbreaking, incluindo a dica muito importante de fazer backup de tudo, antes. O software pode ser baixado de http://purplera1n.com.
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A empresa taiwanesa Foxlink estaria desenvolvendo microprojetores de vídeo para serem integrados a aparelhos como iPhones e iPods, segundo informações do DigiTimes. As fontes citadas pelo site afirmam que fabricantes como Apple, Nokia e Samsung devem lançar ainda este ano dispositivos com a tecnologia, que permitiria projetar vídeos armazenados nestes aparelhos em praticamente qualquer lugar.
Os microprojetores são uma tecnologia recente para aparelhos pequenos, como celulares, que usam hardware minimizado e software específico para projetar imagens digitais sobre superfícies como uma parede, por exemplo.
Segundo o site Apple Insider, eles são direcionados a dispositivos como o iPhone e o iPod touch, geralmente pequenos demais para acomodar interfaces que conectem diretamente a aparelhos externos ou televisores.
Algumas empresas já estão trabalhando independentemente em microprojetores para aparelhos portáteis – o Apple Insider cita o projetor PicoP, da Microvision, como exemplo.
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Dois novos celulares estão chegando ao mercado brasileiro. O GT810, lançamento da LG, é um smartphone mais clássico, que aposta na funcionalidade e desempenho. Já o foco do Sony Ericsson W705 Walkman é na experiência de áudio e na conectividade, oferecendo diferentes recursos e funções.
Experiência de áudio
O Sony Ericsson W705 Walkman inclui tecnologia para alta qualidade de som, fones de ouvido estéreo “premium” e funções como o Shake Control, controle da música com movimento do pulso, e SenseMe, que permite escolher as músicas de acordo com o estado de espírito do usuário. O W705 acompanha um cartão de memória de 4 GB, que permite armazenar até 3990 músicas.
A conectividade Wi-Fi permite buscar músicas ou vídeos no YouTube. A tecnologia DLNA que possibilita a interação entre o celular e outros eletrônicos sem necessidade de fio. O aparelho oferece ainda rádio FM com a função TrackID, que identifica o nome do artista, o álbum e o nome da música que está tocando no rádio.
O aparelho traz ainda câmera de 3,2 MP e o aplicativo Walk Mate, que pode ficar ativado o dia todo e mantém um registro de quantos passos a pessoa deu e quantos faltam para completar a média diária.
Com formato deslizante e compacto, o Sony Ericsson W705 Walkman tem um exclusivo acabamento de metal e tela de 2,4 polegadas com rotação automática, e está disponível nas cores prata e vermelho pelo preço sugerido de R$ 1.099.
Desempenho e funcionalidade
O smartphone LG GT810 tem tela de toque de 3 polegadas e teclado QWERTY, além de um botão de rolagem para melhor integração com as funções e menus. A plataforma Windows Mobile 6.1 inclui o pacote Microsoft Office Mobile.
O aparelho pode acessar a web por rede 3G ou conexão Wi-Fi, e tem sensor de movimentos que ajusta a posição da tela automaticamente na horizontal ou vertical, câmera de 3 MP e A-GPS (sistema desenvolvido para localizar satélites com maior rapidez e confiabilidade).
O preço médio sugerido do GT810 é R$ 1.299.
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A Dell, segunda maior fabricante mundial de computadores, está desenvolvendo um dispositivo de bolso para acesso à internet, afirma o Wall Street Journal, citando pessoas familiares aos planos da companhia.
O aparelho será equipado com o sistema operacional Android, do Google, de acordo com a reportagem.
Segundo o jornal, duas pessoas que viram os protótipos iniciais descreveram o aparelho como ligeiramente maior que o iPod Touch da Apple, que é similar ao iPhone mas não tem a função de fazer chamadas telefônicas.
Outra pessoa que foi informada sobre os planos da Dell disse ao jornal que a empresa deve começar a vender o aparelho no final deste ano, embora a fonte tenha dito também que o projeto pode ser adiado ou até mesmo abandonado.
Ao jornal, um porta-voz da Dell recusou-se a comentar a notícia ou planos para um produto de bolso.
Procurada pela Reuters, a Dell não tinha representantes imediatamente disponíveis para falar sobre o assunto.
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Pesquisadores da universidade de Yale, nos Estados Unidos, anunciaram a criação do primeiro processador quântico de estado sólido, um passo importantíssimo que poderá levar à criação do primeiro computador quântico da história, e a uma verdadeira revolução no mundo da tecnologia.
Em um computador comum, a menor unidade de informação é o Bit, que pode ter dois valores: zero (desligado) ou um (ligado). Seu equivalente quântico é o Qubit (Quantum Bit), que tem um diferencial: pode assumir vários estados superpostos ao mesmo tempo, armazenando mais informação.
Um computador quântico fica exponencialmente mais poderoso a cada “Qubit” adicionado. Para se ter uma idéia de seu potencial, estima-se que mesmo máquinas simples poderiam ser capazes de quebrar, em questão de minutos, cifras criptográficas consideradas impenetráveis para os computadores atuais, já que os cálculos demorariam milhares de vezes mais que o tempo de vida de seus programadores.
Computadores quânticos são capazes deste feito ao tirar proveito da capacidade de superposição dos Qubits para testar todas as combinações possíveis ao mesmo tempo, enquanto nossas máquinas tem que testar cada combinação sequencialmente, uma a uma.
A equipe de Yale criou seu processador com dois Qubits compostos de bilhões de átomos de alumínio, agrupados de forma a funcionar como um átomo só. A chave do sucesso foi conseguir manter os Qubits estáveis por até um microssegundo, tempo suficiente para executar algoritmos simples de busca.
Tentativas anteriores só mantinham tal estabilidade por um nanosegundo, insuficiente para aplicação prática. Os cientistas também criaram um “barramento quântico” que usa fótons para transmitir rapidamente informações entre os Qubits.
Agora os pesquisadores trabalham em meios de aumentar o tempo de vida dos Qubits e modos de conectar mais deles a seu barramento. Apesar da descoberta, eles são cautelosos: “ainda estamos longe de criar um computador quântico prático, mas este é um grande passo à frente”.
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